Praia dos Pinheirinhos
No dia 13 de maio, o dia amanheceu meio nublado. Chegou até a chover um bocadinho, mas depois o céu se abriu e o sol sorriu para todos
nós.
A Praia dos Pinheirinhos é tranquila, de águas rasinhas e com uma paisagem maravilhosa. Esperamos o grupo chegar para seguirmos juntas. Todas estavam de calças compridas, casacos, ténis e meias — e isso já dizia muito sobre a dificuldade de pisar descalças na areia e entrar na água.
O primeiro desafio foi justamente esse: tirar os tênis, as meias, subir as calças e sentir as conchinhas sob os pés. Parecia que havia um certo receio da água.
Como muitas vezes acontece, as coisas mais simples podem ser as mais desafiadoras. Levou um tempo até conseguirmos sentar na água para meditar. E parecia até que a maré não ajudava: quando finalmente todas conseguiram se acomodar, a água recuou e ficamos sentadas apenas na areia!
Mas, enfim, deu certo. Fizemos nossa meditação com o elemento água, relaxamos, silenciamos e, aos poucos, conseguimos perceber os sons da água, das aves, dos barcos e do vento. Depois, vieram também os nossos sons internos.
Nesse contato consigo mesmas, cada uma pôde pintar sua mandala em aquarela.
As mandalas ficaram lindas.
Em seguida, partilhamos a experiência e os sentimentos despertados em cada uma. Pudemos perceber o quanto um momento simples pode ser profundo e prazeroso. E então surgiu a pergunta: por que não fazemos mais vezes algo assim?
No final, levamos conosco reflexões, perguntas e gratidão.
Gratidão pela partilha, pela presença do sol, do céu, da maré e de todos os seres vivos que fizeram parte desse momento.
Partilhar experiencias e sentimentos
Na praia dos Pinheirinhos, Amora






